quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A nossa situação actual para miúdos e graúdos

Estive aqui disperso em pensamentos e vamos lá a ver se eu compreendo a situação actual do nosso país contando tudo desde o inicio......então, existe um Sr. Deus que cria o homem à sua imagem e semelhança, o Sr. Adão, depois de uma costela faz uma mulher (péssima clonagem), eles vivem no paraíso (algo parecido à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo antes do Freeport) e entretanto existe lá uma árvore que dá umas maças admiráveis (tipo Branca de Neve). Certo dia, a Eva passa pela árvore e uma serpente incentiva-a a comer uma maçã (eu tenho um primo que falou com animais, a mãe topou e ele agora reside no Júlio de Matos), a Eva partilha a dita maçã com o Adão e são expulsos do paraíso. Conclusão? As maçãs causam a ruptura e conduzem-nos à expulsão (compreendo agora porque se ofereciam maçãs aos professores).
Longe do Paraíso decidem ter filhos e geram o primeiro assassino da história(que não é preso, o que reflecte mesmo o nosso sistema jurídico), não vou aprofundar muito a situação mas esta família está na origem de toda uma humanidade.....in.............cesto............ prosseguindo na história, aparece um senhor, o Sr. Noé e é alertado de que o mundo vai inundar e astuto como o Noé é (ou era) contrói uma barca e mete o pessoal mais próximo e animais de todas as espécies lá dentro (o caso mais conhecido de algo assim é de Gondomar, "só eu e os meus"). Passado algum tempo no mar, alguns dos animais passam a óptimos pratos groumet e no final de alguns dias uma pomba traz “uma oliveira”, ele fica feliz e “The End”, eis que surgimos todos nós.

Entretanto no Egipto existe um senhor (o Zapata da época) que tem como objectivo libertar o povo dos “maus” dos egípcios, e "arranja um 31" pior que o deste ano, enche o Nilo com sangue, faz com que os gafanhotos comam as cearas todas e ainda cria uma serpente a partir pau (mesmo á Luís de Matos) Como os egípcios estão mesmo numa de não deixar escapar os escravos então o bom Sr. Deus decide matar todos os filhos dos egípcios (ele é um “fofinho”) e envia o Sr. Anjo da Morte fazer o trabalho sujo.

No decorrer desta historia o Sr. Moisés leva o povo de Israel (os escravos dos egípcios) pelo deserto até à terra prometida e eis que se dá o momento mais real e cientificamente comprovado de todo este conto, eis que estava o povo de Israel encurralado pelos egípcios e pelo mar vermelho quando Sr. Moisés ouve (atenção que só ele é que ouve) uma voz que lhe ordena bater convictamente com o pau no chão, e assim o faz… e o mar abre-se em dois deixando o povo passar(bravo, bis bis bis).

Dando continuidade a esta nossa epopeia de drunfos... (esta parte eu adoro) existe um casal que nunca praticou o amor mas a mulher engravida (...) de um anjo (...), o bebé que não nasce em Dezembro, mas todos acreditam que sim porque um imperador de Roma assim o diz (sim, ele juntou o calendário pagão ao cristão, o que fez com que tudo ficasse um real mix). Analisemos a veracidade dos factos, se ele tivesse nascido em Dezembro nas condições descritas teria morrido com hipotermia. O Sr. Jesus cresce, torna-se carpinteiro e também vai curando pessoas com toques (como o professor Bambu) e dançando sobre a água (origem do famoso tema “Singing in the rain”). Por alguma razão embirram com o rapaz e porque ele diz que é filho do criador e tal (coitadito do Sr. José, o pai oficialmente dado como biológico, apesar de não ter existido contacto físico com a Sr. Dª Maria) decidem prega-lo numa cruz juntamente autênticos vilões (faz lembrar a Acapor e os piratas dos downloads, esses bandidos cibernéticos, para prisão, juntamente com assassinos e violadores – se soubessem o custo das despesas judiciais estavam bastante mais calmos).

O Sr. Jesus com algum tempo de cruz falece (mas ao contrário do que possam especular) decorridos alguns dias volta e o pessoal fica atónito (porque será) mas o Senhor diz que “não se passa nada” e ruma caminho ao céu, onde segundo a história e os seus posts no facebook permanece até aos dias de hoje a jogar á batota com o Salazar.

Só para concluir isto tudo, muito resumidamente, Sr. Francisco Louçã e senhor Jerónimo de Sousa, se o Sr. Moisés foi capaz de arrancar o seu povo dos tiranos dos Egípcios, eu acredito piamente que os senhores consigam retirar Portugal das garras tiranas em que se encontra o nosso Portugal, mas não com moções ridículas sim?

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